terça-feira, 6 de maio de 2014

SEMIÓTICA DISCURSIVA 2014.1 - POLO CAMOCIM

Olá, pessoal.
Este é o quarto vídeo do curso Enunciação, ministrado pelo Prof. Dr. Fiorin.
A categoria de tempo continua como alvo das discussões, mas agora de forma mais detalhada, especificando conceitos como "debreagem" e "embreagem". 

Confiram e postem comentários!



terça-feira, 29 de abril de 2014

SEMIÓTICA DISCURSIVA 2014.1 - POLO CAMOCIM

Olá, pessoal.
Segue o terceiro vídeo do curso Enunciação, ministrado pelo Prof. Dr. Fiorin.
O foco agora é categoria de tempo. E uma das interessantes questões levantadas é a diferenciação entre tempo físico e tempo linguístico.

Bons estudos!



segunda-feira, 28 de abril de 2014

EVENTOS

Atenção, estudantes de Letras!
Ótimas oportunidades para aprender mais sobre leitura nos cursos de extensão:




3º CIELLI

Ótima oportunidade para apresentação de trabalhos!

27, 28 e 29 de agosto de 2014




MANDALAS DOS SABERES

Caros professores e futuros professores,
Posto hoje também a indicação de uma interessante ferramenta pedagógica: As Mandalas dos Saberes.


"O Sistema de construção de mandalas é uma ferramenta que permite, de forma não linear, a representação gráfica das relações que envolvem os processos educativos. A mandala permite a visualização das dificuldades, soluções, diferenças e identidades dessas relações. O usuário do sistema deve dar asas à sua imaginação e experimentar, utilizando as possibilidades de uso de cores, formas e dimensões disponíveis para a criação de sua mandala."

Que tal conhecer mais a ferramenta e montar uma mandala para o Sistema EaD?

Abraço!
SEMIÓTICA DISCURSIVA 2014.1 - POLO CAMOCIM

Olá, pessoal.

Segue o segundo vídeo do curso Enunciação, ministrado pelo Prof. Dr. Fiorin.
Essa aula trata da categoria de pessoa e mostra que, embora aprendamos na escola que existem a 1ª, a 2ª e a 3ª pessoas do singular e do plural, pela teoria de Émile Benveniste, a 1ª e a 2ª são as pessoas do discurso, os parceiros da enunciação, enquanto a 3ª pessoa é a "não pessoa".
O cerne, aqui, é perceber não apenas as formas usadas pela língua, mas a criação dos sentidos gerados por tais formais.

Abraço!


domingo, 27 de abril de 2014

SEMIÓTICA DISCURSIVA 2014.1 - POLO CAMOCIM

Olá, turma.

Inicio  hoje, conforme combinado,  as postagens do curso "Enunciação", ministrado pelo Prof. Dr. José Luiz Fiorin (FFLCH/USP). Ao todo são cinco episódios, um por dia, nos quais o estudioso irá tratar das três categorias da enunciação: a pessoa, o tempo e o espaço. Mas para isso, antes de tudo, ele explicará o que é enunciação, isto é, o conceito de enunciação, partindo da teoria linguística do francês Émile Benveniste.

Comentem suas impressões, dúvidas e questionamentos sobre os vídeos.

Bons Estudos!



quinta-feira, 24 de abril de 2014

O QUE É COLABORAR MESMO?

          Segundo o dicionário Aurélio (FERREIRA, 2001. p.184)[1], colaborar significa trabalhar em comum; cooperar; auxiliar, ajudar. § colaboração. Na cooperação cada membro alcança seus objetivos se todos alcançarem também seus objetivos. Ademais, para muitos, define-se uma pessoa cooperativa como aquela que, através das competências sociais adequadas, é capaz de colaborar com os outros, sem abdicar dos seus próprios valores.
Os indícios de atividades cooperativas remontam aos tempos pré-históricos, uma vez que o homem se organizava em grupos para vencer as dificuldades de seu tempo, como as intempéries do clima, os longos períodos de escassez de alimentos, disputas territoriais, entre outras. Se pensarmos de um modo geral, o corpo humano, bem como o de outros organismos, é constituído de sistemas que colaboram entre si para uma perfeita harmonia e o bom funcionamento do próprio, em sua totalidade.
 Atentando-nos melhor, visando nosso cotidiano, perceberemos que a maior parte das atividades humanas é cooperativa. O sistema econômico, ao qual somos subjacentes, por exemplo, apresenta uma complexa divisão do trabalho, analogamente nosso sistema social resulta da interação de diferentes níveis e grupos de estratificação, como a família, a empresa, a escola, a igreja, etc. Em outras palavras, o todo é um produto de partes harmonicamente integradas. Assim escreveu Gregório de Matos:

O todo sem parte não é todo,
A parte sem o todo não é parte,
Mas se a parte o faz todo, sendo parte,
Não se diga parte, que é parte, sendo todo[2]




[1] FERREIRA, Aurélio B. H. Mini Aurélio Século XXI Escolar: O minidicionário da Língua Portuguesa. 4. ed. rev. ampliada Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.
[2] Trecho do poema “Ao Braço do Menino Jesus Quando Aparecido”. In: Clássicos da Poesia Brasileira. MATOS, Gregório de. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1997.p. 21.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

CONCEITOS E HISTÓRICO DA UTILIZAÇÃO DA APRENDIZAGEM COLABORATIVA

Segundo David, Roger e Karl[1] a aprendizagem colaborativa é o “coração do aprendizado baseado em problemas”, ou seja, através da colaboração alguns alunos montam seus grupos de estudos trabalhando para um fim específico, criando uma nova situação de aprendizado. Podemos notar no texto Métodos de Aprendizagem Colaborativa, de Ovejero B. A[2], uma trajetória histórica com implantação da atividade cooperativa nas escolas.
O autor faz uma comparação dos métodos competitivos versus colaborativos, e nota-se que as pessoas se sentem mais motivadas quando fazem algo em que a colaboração é o centro desta atividade. Thorndike (1938) concluiu que “a superioridade de duas cabeças sobre uma estava tão bem estabelecida que era inútil mais investigação sobre o tema”. O trabalho em atividade colaborativa já vem de muito longe, ou seja, é uma velha ideia.
Percebemos este estudo através de uma análise histórica. No século I, Quintiliano argumentou que os alunos tiravam um benefício maior ensinando uns aos outros, Sócrates ensinava seus discípulos em grupos pequenos engajando-os em diálogos em sua famosa “arte retórica”. Já no Renascimento, Joham Amos Comenius (1592-1670) chegou à conclusão de que os alunos tanto aprendiam mais quando estudavam juntos, tanto quanto estudavam com ele. Joseph Lancoster e Andrew Bell (XVII) já utilizavam grupos de aprendizagem colaborativa na Inglaterra, antes mesmo das ideias serem levadas para a América do Norte.
Mas, só foi nos primeiros anos do século XIX que houve um forte trabalho com a atividade colaborativa, em Nova York. A esse respeito Talmud afirmou que era preciso um companheiro para se fazer aprender. Embora Talmud fosse um assíduo estudioso da aprendizagem cooperativa, pode-se perceber uma expansão dos métodos colaborativos na educação americana durante a mudança do século, através da obra do coronel Francis Parke.
Mesmo com esse grande destaque da aprendizagem colaborativa em Nova York, no final dos anos 30, o que predominou não foi esse método, mas sim a competição interpessoal destacando-se predominantemente nas escolas norte-americanas. Com isso, durante os últimos 50 anos o método competitivo ocupa todo o mundo ocidental, enquanto o cooperativo, segundo Johnson & Johnson, não ocupa mais que 7% do tempo escolar total. Tudo isso aconteceu ao longo de 30 anos, segundo Overejo, através da “combinação de diferentes interesses comerciais que lançou uma forte campanha em defesa da competição interpessoal nas escolas”.
Em meados dos anos 70, Johnson & Johnson fizeram ressurgir o interesse de trabalhar com a aprendizagem cooperativa como era feito antes, mesmo com todo interesse existente na época pela metodologia interpessoal e competitiva. Podemos constatar com as discussões sobre colaboração e competição que em alguns anos já foram documentados os efeitos positivos do método da cooperação para o social.

Aprendizagem Colaborativa na EaD


Assista a um vídeo sobre a aprendizagem colaborativa no âmbito da Educação a Distância


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[1] JOHNSON, David W; JOHNSON, Roger T; SMITH, Karl A. “A Aprendizagem Cooperativa Retorna às Faculdades: Qual é a evidência de que funciona?” In: Change. vol.30.cap.4. P.26.1998. Disponível em http://migre.me/iVC29
[2] OBEREJO. B. A. Aprendizagem Cooperativa. Espanha, 1990.

terça-feira, 22 de abril de 2014

PIRÂMIDE DA APRENDIZAGEM


Esta pirâmide, fruto de pesquisas educacionais realizadas nos Estados Unidos, mostra que "ensinando" (leia-se "compartilhando conhecimentos") se aprende mais! Por essa razão, se faz necessário colaborarmos uns com os outros, compartilharmos conhecimentos, informações, para que todos alcancem o sucesso da aprendizagem.